O BRASIL QUE PRODUZ NÃO PODE FICAR SEM VOZ


O Brasil está em plena campanha eleitoral diante de um cenário que exige menos torcida e mais responsabilidade.
Temos um Estado com despesas cada vez mais rígidas, pouco espaço para novas escolhas no orçamento e uma economia que precisa continuar crescendo mesmo diante de um ambiente internacional volátil, em um panorama instável. E quem representa aos que produzem?
O agro não se resume ao homem no campo, é um setor muito maior, que começa na propriedade rural, passa pela indústria, pelo comércio, pelo transporte, pela armazenagem, pelo crédito, pela tecnologia e chega ao consumidor brasileiro e aos mercados internacionais.
Uma gigantesca cadeia econômica no setor produtivo que nunca para.
Quando a economia desacelera, os juros pressionam, o orçamento público fica limitado e o cenário internacional muda rapidamente, é quando precisamos fortalecer aos que continuam produzindo, investindo, empregando e gerando divisas para o país.
Veja! Em 2025, enquanto o PIB brasileiro cresceu 2,3%, a agropecuária avançou 11,7%, numa demonstração de pujança econômica que sustenta a economia brasileira.
Defender o agro é contemplar uma visão de Brasil baseada em produção, trabalho, infraestrutura, segurança jurídica, competitividade e responsabilidade fiscal, uma discussão que precisa chegar ao Congresso Nacional.
Precisamos de representantes que conheçam a realidade de quem acorda cedo, investe, assume riscos, enfrenta burocracia, paga impostos e precisa transportar sua produção por um país que ainda tem muitos desafios de infraestrutura, precisamos também olhar para o caminhoneiro, para o trabalhador da indústria, para o pequeno empreendedor e para todos aqueles que fazem essa cadeia funcionar.
Produção não acontece sozinha, ela depende de gente e depende de decisões póliticas.
A Candidaturas do agronegócio nascem com uma convicção: o Brasil que produz precisa ter voz onde as decisões são tomadas. Sem produção, não existe desenvolvimento sustentável.
Em tempos de abundância, quase todo mundo consegue administrar, mas nos momentos de dificuldade que se revela quem sabe escolher prioridades.
O Brasil precisa escolher, precisa produzir mais, transportar melhor, exportar mais, gerar empregos e criar condições para que quem trabalha e investe continue acreditando no país.
O Brasil que produz não pode ficar sem voz!

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